quarta-feira, 13 de abril de 2011

Determinantes

Determinantes
Regra de Sarrus
   O cálculo do determinante de 3ª ordem pode ser feito por meio de um dispositivo prático, denominado regra de Sarrus.
   Acompanhe como aplicamos essa regra para .

1º passo: Repetimos as duas primeiras colunas ao lado da terceira:
2º passo: Encontramos a soma do produto dos elementos da diagonal principal com os dois produtos obtidos pela multiplicação dos elementos das paralelas a essa diagonal (a soma deve ser precedida do sinal positivo):
3º passo: Encontramos a soma do produto dos elementos da diagonal secundária com os dois produtos obtidos pela multiplicação dos elementos das paralelas a essa diagonal ( a soma deve ser precedida do sinal negativo):
Assim:
Observação: Se desenvolvermos esse determinante de 3ª ordem aplicando o Teorema de Laplace, encontraremos o mesmo número real.

Determinante de ordem n > 3
   Vimos que a regra de Sarrus é válida para o cálculo do determinante de uma matriz de ordem 3. Quando a matriz é de ordem superior a 3, devemos empregar o Teorema de Laplace para chegar a determinantes de ordem 3 e depois aplicar a regra de Sarrus.
Propriedades dos determinantes
   Os demais associados a matrizes quadradas de ordem n apresentam as seguintes propriedades:
P1 ) Quando todos os elementos de uma fila ( linha ou coluna) são nulos, o determinante dessa matriz é nulo.
Exemplo:
P2) Se duas filas de uma matriz são iguais, então seu determinante é nulo.
Exemplo:
P3) Se duas filas paralelas de uma matriz são proporcionais, então seu determinante é nulo.
Exemplo:
P4) Se os elementos de uma fila de uma matriz são combinações lineares dos elementos correspondentes de filas paralelas, então seu determinante é nulo.
Exemplos:

P5 ) Teorema de Jacobi: o determinante de uma matriz não se altera quando somamos aos elementos de uma fila uma combinação linear dos elementos correspondentes de filas paralelas.
Exemplo:
Substituindo a 1ª coluna pela soma dessa mesma coluna com o dobro da 2ª, temos:
P6) O determinante de uma matriz e o de sua transposta são iguais.
Exemplo:
P7) Multiplicando por um número real todos os elementos de uma fila em uma matriz, o determinante dessa matriz fica multiplicado por esse número.
Exemplos:
P8) Quando trocamos as posições de duas filas paralelas, o determinante de uma matriz muda de sinal.
Exemplo:
P9) Quando, em uma matriz, os elementos acima ou abaixo da diagonal principal são todos nulos, o determinante é igual ao produto dos elementos dessa diagonal.
Exemplos:

P10) Quando, em uma matriz, os elementos acima ou abaixo da diagonal secundária são todos nulos, o determinante é igual ao produto dos elementos dessa diagonal multiplicado por .
Exemplos:
P11) Para A e B matrizes quadradas de mesma ordem n. Como: 
Exemplo:
P12
Exemplo:

Resolvendo Sistemas pela Regra de Cramer

Resolvendo Sistemas pela Regra de Cramer

Um sistema de duas equações com duas incógnitas pode ser resolvido pelos seguintes métodos: adição e subtração. Os sistemas que apresentam três ou mais equações envolvendo três ou mais incógnitas também podem ser resolvidos pelos métodos enunciados. O problema fica por conta dos excessivos cálculos quando utilizamos esses métodos na resolução dos sistemas. Um método simples e prático consiste em relacionar os sistemas a matrizes quadradas e utilizar o método de Cramer.

A utilização do método de Cramer requer conhecimento sobre a determinação do determinante de uma matriz pelo método de Sarrus, que consiste na diferença entre a soma dos produtos dos elementos da matriz principal pela soma dos produtos dos elementos da matriz secundária. Observe como aplicar a regra de Sarrus, calculando o determinante da matriz A:

A utilização do método de Cramer requer conhecimento sobre o cálculo do determinante de uma matriz pelo método de Sarrus,

Reescrever a matriz A repetindo as duas colunas:

Soma dos produtos dos elementos da diagonal principal

2 * 3 * (–4) = –24
6 * 2 * 7 = 84
1 * 4 * 2 = 8

Total = – 24 + 84 + 8 = 68

Soma dos produtos dos elementos da diagonal secundária

1 * 3 * 7 = 21
2 * 2 * 2 = 8
6 * 4 * (–4) = – 96

Total = –96 + 21 + 8 = – 67

Subtração entre os resultados das diagonais

68 – (–67)
68 + 67
135

Dado o sistema de equações

, vamos aplicar a regra de Cramer na obtenção dos valores de x, y e z.

1º passo: calcular o determinante da matriz dos coeficientes numéricos do sistema.

Diagonal principal

2 * (–2) * (–4) = 16
1 * 3 * 3 = 9
(–1) * ( 1 ) * 4 = – 4
Soma = 21

Diagonal secundária

(–1) * (–2) * 3 = 6
2 * 3 * 4 = 24
1 * 1 * (–4) = – 4
Soma = 26

Diferença entre as diagonais

21 – 26 = – 5

D = –5

2º passo: calcular o determinante da matriz Dx, construída substituindo a coluna dos coeficientes numéricos de x pela coluna dos elementos constantes do sistema.

Diagonal principal

3 * (–2) * (–4) = 24
1 * 3 * 2 = 6
(–1) * 9 * 4 = – 36
Soma = – 6

Diagonal secundária

(–1) * (–2) * 2 = 4
3 * 3 * 4 = 36
1 * 9 * (–4) = –36
Soma = 4

Diferença entre as diagonais

– 6 – 4
Dx = – 10

3º passo: calcular o determinante da matriz Dy, construída substituindo a coluna dos coeficientes numéricos de y pela coluna dos elementos constantes do sistema.

Diagonal principal

2 * 9 * (–4) = – 72
3 * 3 * 3 = 27
(–1) * 1 * 2 = – 2
Soma = –47

Diagonal secundária

(–1) * 9 * 3 = – 27
2 * 3 * 2 = 12
3 * 1 * (–4) = –12
Soma: –27

Diferença entre as diagonais

– 47 – ( – 27)
– 47 + 27
Dy = – 20

4º passo: calcular o determinante da matriz Dz, construída substituindo a coluna dos coeficientes numéricos de z pela coluna dos elementos constantes do sistema.

Diagonal principal

2 * (–2) * 2 = – 8
1 * 9 * 3 = 27
3 * 1 * 4 = 12
Soma = 31

Diagonal secundária

3 * (–2) * 3 = – 18
2 * 9 * 4 = 72
1 * 1 * 2 = 2
Soma = 56

Diferença entre as diagonais

31 – 56
Dz = – 25

Os valores de x, y e z são calculados segundo a seguinte relação:

O conjunto solução do sistema , de acordo com regra de Cramer, é:

S = {x = 2, y = 4 e z = 5}

terça-feira, 12 de abril de 2011

FONTE DE PESQUISAS PARA DISCIPLINAS

Olá pessoal!! Além do material disponível no Blog criei uma pasta Virtual onde estão armazenados uma quantidade preciosa de material de primeiríssima qualidade. Lá vocês encontrarão tudo que se refere as disciplinas ministradas na Unesa (Universidade Estácio de Sá). Claro que, na medida em formos avançando nos períodos irei atualizar as informações. Um abração e até mais!!!


Segue o Link:

http://www.4shared.com/account/dir/dRXSkQRH/_online.html

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Construção do Saber - Christian Laville

A Construção do Saber - Christian Laville

A experiência dos professores cadanenses Christian Laville e Jean Dionne, da Université Laval, em inúmeros cursos interdisciplinares sobre metodologia da pesquisa, permitiu-lhes apresentar os princípios e as práticas de produção da pesquisa de maneira desafiadora, atraente e acessível a todos aqueles que se iniciam na prática da produção do conhecimento científico.
Através deste manual, professores e universitários poderão encontrar bases epistemológicas que fundamentam diferentes formas de produção do conhecimento; as operações mentais e práticas constitutivas do processo do produção de um conhecimento novo ou original; os elementos básicos de análise estatística visando a orientar os pesquisadores a tirarem o máximo de proveito do potencial da informática. Este livro também oferece uma indicação das principais fontes documentais brasileiras e internacionais no campo das ciências humanas. Trata-se de uma iniciação ao que é essencial na prática da produção do conhecimento, desenvolvendo ao mesmo tempo uma cultura científica indispensável para a apreciação crítica dos frutos da pesquisa.

A Lógica da Pesquisa Científica - Karl Popper

A Lógica da Pesquisa Científica - Karl Popper


Publicada pela primeira vez em 1933, em alemão, "A Lógica da Pesquisa Científica" ganhou nova versão, em inglês, em 1958. É uma das obras mais importantes relacionadas à metodologia e ao conhecimento científico. Nesse livro, Karl Popper dá uma contribuição decisiva ao problema da indução, que desafia os filósofos pelo menos desde o século 17.

Segundo a concepção tradicional de ciência, o ponto de partida do cientista são os dados empíricos, observáveis. Esses dados da observação, acumulados, transformam-se em hipóteses que, uma vez verificadas, tornam-se leis científicas. O procedimento lógico que norteia a ciência é a indução, que parte de dados singulares para chegar ao universal. O critério de demarcação usado para definir o que é ou não ciência é a verificação.

O problema da indução consiste no fato de que, por mais dados singulares que o cientista acumule, não há uma garantia lógica de que o enunciado universal daí inferido seja verdadeiro.

Popper defende em sua obra que o critério de demarcação da ciência não é a verificação, mas sim o falseamento. O que caracteriza o procedimento do cientista é uma tomada de decisão, em termos metodológicos, de não proteger do falseamento nenhum enunciado científico. Popper mostra como a ciência só pode ser definida por meio de regras metodológicas.

"A Lógica da Pesquisa Científica" divide-se em duas partes: a primeira se caracteriza como uma introdução à lógica científica e trata do problema da indução, da demarcação e da falseabilidade. A segunda parte desenvolve diversos temas relacionados ao que Popper chama de "componentes estruturais de uma teoria da experiência".

Karl Popper nasceu em 1902, em Viena e morreu em 1994, como um dos mais importantes filósofos do século 20. Seu pensamento iluminou não só o campo da filosofia da ciência, mas também o da teoria política e das ciências sociais.
Indicações
A leitura dessa obra central de Popper é fundamental para professores e estudantes de Filosofia. Também é indicada a professores de Ciências, Química, Física e Biologia e demais pesquisadores da metodologia científica. Com indicação e orientação do professor, trechos selecionados da obra podem ser lidos com proveito e interesse por alunos de Filosofia do Ensino Médio.
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Estatística Fácil

Estatística Fácil

Este livro é o resultado de vários anos de estudo dirigidos ao ensino de Estatística e destina-se á clientela dos cursos profissionalizantes do 2º grau (secretariado, Contabilidade, Administração, Formação Específica de Magistério para o 1º grau, etc) e, também aos alunos de cursos superiores que necessitem de um estudo "introdutório de Estatística".


Autor: Antônio Arnot
Idioma:Português
Formato:PDF(rar)
Tamanho:45MB

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Curso Matlab

Curso Matlab


Autor: Universidade Federal do Ceará Campus Sobral
Formato:PDF
Tamanho: 2 MB
Idioma: Português

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Estatistica usando o Excel

Estatistica usando o Excel


Autor: Ela Mercedes Medrano de Toscano / Rosangêla Helena Loschi
Formato: PDF
Idioma: Português
Tamanho: 2.5MB

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Análise Térmica

Análise Térmica

A Análise Térmica foi introduzida no Brasil pelo Prof. Ernesto Giesbrecht, no início da década de 60, e em colaboração com os professores Ivo Giolito, Geraldo Vicentini, Madeleine Perrier, Lea Barbieri e Wesley W. Wendlandt publicaram uma série de artigos sobre a decomposição térmica de selenatos e selenitos de terras raras.O objetivo do mesmo é fornecer os fundamentos das técnicas mais amplamente difundidas e utilizadas, isto é a Termogravimetria (TG) Análise Térmica Diferencial (DTA) e a Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC).





Autor: Ernesto Giesbrecht
Tamanho: 1MB
Formato:PDF
Idioma:Português


Ciência e Engenharia de Materiais

Ciência e Engenharia de Materiais

Nessa Sétima Edição mantive os objetivos e as técnicas de abordagem para o ensino da ciência e engenharia de materiais que foram apresentados nas edições anteriores. O primeiro e principal objetivo é o de apresentar os fundamentos básicos em um nível apropriado para alunos universitários que tenham concluído seus cursos básicos de cálculo, química e física. Com o objetivo de atingir essa meta, me empenhei em usar uma terminologia familiar ao aluno que está se deparando pela primeira vez
com a disciplina de ciência e engenharia de materiais e, também, em definir e explicar todos os termos que não são familiares. O segundo objetivo é o de apresentar o conteúdo em uma ordem lógica, partindo dos conceitos mais simples e avançando até os mais complexos. Cada capítulo evolui a partir do conteúdo dos capítulos anteriores. O terceiro objetivo, ou filosofia, que me esforço em manter ao longo do texto é aquele que considera que se um tópico ou conceito é digno de ser abordado, então ele merece ser tratado com detalhes suficientes e com uma profundidade tal que os alunos tenham a oportunidade de compreendê-lo totalmente, sem ter que consultar outras fontes; na maioria dos casos, inclusive, é dada alguma relevância prática. As discussões são claras e concisas e começam em níveis de compreensão apropriados. O quarto objetivo consiste em incluir no livro características que irão acelerar o processo de aprendizado. Esses recursos de aprendizado incluem: Diversas ilustrações e fotografias que auxiliam na visualização do que está sendo apresentado; Objetivos do aprendizado; Itens do tipo "Por que Estudar..." e "Materiais de Importância", que dão relevância às discussões dos tópicos; Termos-chave e descrições de equações-chave destacados nas margens para possibilitar uma referência rápida; Perguntas e problemas ao final dos capítulos; Respostas para alguns problemas selecionados; Um glossário, uma lista de símbolos e referências para facilitar a compreensão do conteúdo. O quinto objetivo é o de aprimorar o processo de ensino e de aprendizado, utilizando as tecnologias mais recentes disponíveis na atualidade para a maioria dos professores e alunos de engenharia. ''

Autor:Willian D.Callister
Tamanho:30MB
Formato:PDF(rar)
Idioma:Inglês

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